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domingo, 24 de junho de 2012

Propostas de Mobilidade Urbana elaboradas pelo Instituto Mobilidade Verde para o próximo Prefeito - cada carro compartilhado pode tirar entre 4 a 28 veículos .... - Japão tem 'estacionamento solar' para aluguel de bicicletas elétricas


Propostas de Mobilidade Urbana elaboradas pelo Instituto Mobilidade Verde para o próximo Prefeito                                                                         

10  de São Paulo

1-  O desenvolvimento de um Plano de Mobilidade para a cidade de São Paulo, São Paulo sendo uma das poucas mega cidades do mundo, sem nenhum plano . Um plano de mobilidade urbana é um mapa capaz de dar uma visão clara sobre os sistemas de transportes para diversos cenários combinados com as tendências micro e macro-econômicas do país,  um estudo da demanda de mobilidade baseado na previsão do PIB e do crescimento populacional.  Com um plano de mobilidade é possível trabalhar projetos para os próximos 20, 30 anos. Todos os problemas que temos hoje poderiam ser  sido  previstos 30 anos atrás.


2 - Trabalhar a  Mobilidade Urbana  de forma  inter setorial  envolvendo as secretarias de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e  Transportes, um  exemplo  é a  Prefeitura de Medellín na Colômbia que tem realizado um trabalho excepcional juntamente com o Metrô, dois anos antes de fazerem ampliação de sistemas de transportes,  uma equipe de desenvolvimento  urbano vai até as comunidades onde serão implantados os  novos sistema, para desenvolver um projeto de capacitação, montam escolas profissionalizantes e treinam as pessoas para trabalharem no sistema de transportes, as pessoas da comunidade serão os  motoristas, pedreiros, e parte da equipe que prestará os serviços administrativos... Em paralelo eles fazem a pacificação das comunidades, montam  escolas profissionalizantes que são perenes  para ensinar as mulheres uma nova profissão desde informática, administração até serviços domésticos... O Governo Municipal possui um departamento imobiliário que compra terrenos para assentar os moradores na própria região, evitando a especulação imobiliária...  Criam espaços de lazer e cultura, levam o desenvolvimento social, econômico e ambiental para a população

3 - O desenvolvimento de projetos de "Mobilidade Corporativa Sustentável", na prática  significa trabalhar com a demanda de transportes  dos principais eixos de desenvolvimento da cidade e atuar  sobre os deslocamentos dos trabalhadores e propor um pacto de mobilidade sustentável com as empresas , inclusive com benefícios para aquelas  que desenvolvem projetos de transportes alternativos ao uso do carro e infra estrutura para transportes não motorizados reduzindo o uso de veículos individuais e emissões de poluentes. Um exemplo de projetos semelhante é feito na Cidade de Portland e no Estado de Washington nos EUA, ( O Estado de Washington concluiu que investir em Mobilidade Corporativa é mais barato do que os altos investimentos em infra estrutura) . Em Boulder , Colorado, a prefeitura realiza concurso entre as empresas que estimulam seus funcionários a utilizarem formas alternativas de transportes e as empresas são premiadas e tem reconhecimento público deste trabalho.

4 - Para melhorar  a  Mobilidade Urbana as cidades necessitam desenvolver novas opções de transportes mais sustentáveis para que a população possa optar por sistemas mais convenientes para as suas necessidades de deslocamentos. Para redução dos congestionamentos as cidades precisam restringir o uso do carro, não tem outro caminho, é necessário ter uma política de diminuição de estacionamentos na cidade e tarifar os congestionamentos. Em cidades como Londres, Santiago, Cingapura , quem quer ficar no trânsito paga uma taxa para a prefeitura investir em infra estrutura de transportes não motorizados tais como ciclovias, ciclo faixas e ciclo rotas além de calçadas para pedestres.

5 - Inovação, sistemas de transportes alternativos e planejamento criativo.   Cidades como Denver nos EUA  tem transformado as vias arteriais ( que servem para cruzar a cidade de uma ponta a outra) em calçadões com uso exclusivo de ônibus elétricos e pedestres... Os ônibus são gratuitos e são alimentadores dos sistemas de alta capacidade... em cada extremidade estão as Fast Tracks corredores de ônibus de alta eficiência ( BRT - Bus Rapid Transit) integrados com  trens e Metrôs. os automóveis só podem deslocar-se pelas transversais e nunca pela paralelas. Eles possuem uma excelente rede ciclo viária e de VLT ( Veiculo leves sobre trilhos e sistemas alternativos de transportes tais como bicicletas públicas e Car-sharing ( Sistemas de carros compartilhados). O uso de estacionamentos é limitado no centro da cidade. 

De acordo com diversos estudos realizados em comunidades onde o carsharing
já foi implementado, cada carro compartilhado pode tirar entre 4 a 28 veículos ...

Japão tem 'estacionamento solar' para aluguel de bicicletas - No local, painéis captam energia solar para os veículos. - Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos.

Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um 'estacionamento solar' para as bicicletas, próximo a uma estação de trem.

http://updateenergetico.blogspot.com.br/2010/10/japao-tem-estacionamento-solar-para.html 

No local, cem bicicletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)



6 - Apoio para o desenvolvimento de pesquisa no setor de Transportes e Combustíveis sustentáveis. O Brasil  e em especial as cidades não possuem políticas públicas de fomento em projetos de transportes alternativos para incentivar   Start Ups e Laboratórios de pesquisas no campo da mobilidade urbana. Além de gerar empregos e inovação neste campo , seria importante para redução do nosso déficit em transportes e ainda gerar empregos.  Boulder ( Colorado- USA)  tem 100 mil habitantes e 120 mil empregos, a maioria vem do estímulo a laboratórios e start up de alta tecnologia sobretudo em energia renovável.

7 -  Alteração do conceito da  Lei de Pólos Geradores de Tráfego para Pólos Geradores de Viagem, incluindo a dimensão humana e ambiental, hoje a lei é aplicada pelo tamanho de empreendimento e necessidade de estacionamentos ao passo que a lei deveria ser pela  Geração de viagens de todos os modais e não apenas automóveis.

8 -  Alteração do licenciamento ambiental inserindo a dimensão ambiental, hoje a lei não contempla o aumento das emissões ambientais.

9 -  A inserção definitiva do meio ambiente no departamento de transportes, as ações e testes envolvendo novos combustíveis na SPTrans ainda é bastante  tímida levando em consideração  que a cidade de Nova York já implantou ônibus híbridos em 98% da frota  e desenvolveu leis para diminuição do uso de combustíveis fósseis nos caminhões que trafegam na cidade.

10 -  O desenvolvimento de uma Secretaria da  Mobilidade urbana, responsável pelo desenvolvimentos e integração dos modais da cidade de São Paulo, inclusive uma política voltada para transportes alternativos  para distâncias curtas tais como a Bicicleta, Carsharing, calçadas e infra estrutura para transportes não motorizados e ainda a inclusão da  Mobilidade Hidroviária, como por exemplo a instalação de sistemas de mobilidade hidroviária nas represas Billings e Guarapiranga.

15 abr. 2012 ... O mais recente deles - um hidroanel de 117 quilômetros - alia ao transporte .....
http://mobilidadeurbana-prosperoclaudio.blogspot.com/


Disponível em:

Fonte: Blog Mobilidade Sustentável 28-05-12

Ver também:   Blog: Mobilidade Urbana  =>  http://mobilidadeurbana-prosperoclaudio.blogspot.com/



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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
http://mitologiasdegaia.blogspot.com/ (Blog: Mitologias de Gaia)
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domingo, 15 de abril de 2012

Hidroanel Metropolitano - É um conjunto de vias navegáveis formado pelos rios Pinheiros e Tietê, pelas represas Billings e Taiaçupeba, mais um canal e um túnel que fazem a ligação entre essas duas represas Aproximadamente 170 km de hidrovias


“Projetos como esse mudam a cidade em todos os sentidos. Inclusive estético. São Paulo praticamente o desconhece. Precisa conhecê-lo e lutar por ele. Em qualquer época, em qualquer governo.
Sua implantação criará uma cidade que os paulistanos merecem: mais bonita, mais humana, com menos trânsito.
Um exemplo fantástico de conceito de uso múltiplo das águas. De respeito e valorização do meio ambiente. Para sair do discurso e entrar no currículo da nossa cidade.” - José Luiz Portella Pereira


Um hidroanel para desafogar São Paulo
Autor(es): Por Carin Homonnay Petti | Para o Valor, de São Paulo
Valor Econômico - 30/03/2012
 https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/3/30/um-hidroanel-para-desafogar-sao-paulo


Nos últimos 110 anos, engenheiros, urbanistas e arquitetos traçaram pelo menos 67 estudos sobre a navegação nos rios Pinheiros e Tietê. O mais  recente deles - um hidroanel de 117 quilômetros - alia ao transporte hidroviário obras para tratamento de lixo, despoluição das águas, combate a enchentes, criação de parques e aumento da capacidade do abastecimento de energia e de água em São Paulo. A empreitada está prevista no recém-concluído estudo de pré-viabilidade técnica, econômica e ambiental elaborado pelo grupo Metrópole Fluvial da 
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) a pedido do Departamento Hidroviário da Secretaria de Transportes do Estado de São Paulo.



E a luta política será grande, pois, respondendo a pergunta do final da reportagem sobre o assunto, no Jornal Bom Dia Brasil:

“Não requer colocação de trilhos, túneis, pontes. Por que não saí do papel?”

Talvez por reduzir os lucros (fáceis) de empreiteiras e sua conseqüentes contribuições aos caixas (legais ou 2) das campanhas dos políticos.




15/03/2012 - 07h01
Praia de paulistano - hidroanel

Entre tantos problemas, surge uma ótima idéia: o Hidroanel Metropolitano. Um projeto estruturante fantástico. Com vários benefícios.

É um conjunto de vias navegáveis formado pelos rios Pinheiros e Tietê, pelas represas Billings e Taiaçupeba, mais um canal e um túnel que fazem a ligação entre essas duas represas. Aproximadamente 170 km de hidrovias inseridos na região metropolitana, boa parte dentro de nossa cidade, sob a responsabilidade do Departamento Hidroviário.

O estudo de viabilidade técnica foi apresentado em seminário aberto na FAU-USP, esta semana.


Mapa do projeto Hidroanel Metropolitano


O hidroanel deve transportar cargas que se movimentam hoje na cidade por por caminhões. A estimativa é que, completo, possa reduzir até 30% das 400.000 viagens/dia feitas por eles. Número muito significativo. É uma das melhores opções para a retirada definitiva de caminhões do sistema viário.

Restrições a caminhões funcionam, de forma temporária, no horário de pico, perdendo a eficácia entre 12 e 18 meses. Além de aumentarem o trânsito, por conta da concentração no período fora dos horários proibidos.

A princípio, o hidroanel poderá transportar lixo urbano, sedimentos, lodo das estações de tratamento de esgoto, cimento, entulho da construção civil e hortifruti. Além de cargas especiais a serem definidas.

Só a construção civil movimenta 110 milhões de toneladas/ano, cerca de 26.000 viagens/dia. Pode ter portos onde se juntarão hidroanel, rodoanel e ferroanel, inéditas plataformas logísticas trimodais. Nelas e em outros ecopontos, o lixo será triado, processado, reciclado e biodigerido.

Como em Paris, nos portos junto ao Sena. Além do alívio ao trânsito, por si só importante, da integração do esquecido modal hidroviário, praticamente esquecido, do tratamento do lixo, traz benefícios significativos na questão climática.

Do total de emissões em São Paulo, 55% vêm do transporte. O modal hidroviário emite, no mínimo, dez vezes menos que o rodoviário, que impera soberano. Haverá redução de monta.

O projeto, obviamente, tem total sinergia com a despoluição dos rios Tietê, em curso, e Pinheiros. Acelera o processo. Claro que um projeto estruturante desse porte não pode ser implantado de uma só vez. Tem que ser por trechos.



Reprodução
O próximo passo já está pronto. A construção da eclusa da Penha que nos dará mais 14 km de navegação no Tietê. Que se somarão aos 41 km já existentes. Além de um belo tratamento arquitetônico que criará um disco suspenso sobre as águas. Uma linda imagem de entrada e saída de São Paulo.

O projeto de viabilidade foi desenvolvido por empresa privada. O grupo Metrópole Fluvial da FAU foi contratado para dar o devido tratamento urbanístico. Haverá parques, árvores e margens muito bonitas.

Projetos como esse mudam a cidade em todos os sentidos. Inclusive estético. São Paulo praticamente o desconhece. Precisa conhecê-lo e lutar por ele. Em qualquer época, em qualquer governo.

Sua implantação criará uma cidade que os paulistanos merecem: mais bonita, mais humana, com menos trânsito.

Um exemplo fantástico de conceito de uso múltiplo das águas. De respeito e valorização do meio ambiente. Para sair do discurso e entrar no currículo da nossa cidade.

José Luiz Portella
José Luiz Portella Pereira, 58, é engenheiro civil especializado em gerenciamento de projetos, orçamento público, transportes e tráfego. Foi secretário-executivo dos Ministérios do Esporte e dos Transportes, secretário estadual dos Transportes Metropolitanos e de Serviços e Obras da Prefeitura de São Paulo e presidente da Fundação de Assistência ao Estudante. Formulou e implantou o Programa Alfabetização Solidária e implantou o 1º Programa Universidade Solidária. Escreve às quintas-feiras na Folha.com. Faz comentários no "RedeTVNews" e na rádio CBN.



22 horas atrás ... Em SP, a construção do Hidroanel quer retirar o grande volume de ... E o Bom 

Dia testa uma possível solução, com o Márcio Gomes e a coluna ...

Edição do dia 12/04/2012
12/04/2012 09h17 - Atualizado em 12/04/2012 09h32

Projetos planejam usar rios e lagoas para desafogar trânsito nas cidades
Usar os rios pode tornar possível a mobilidade em grandes metrópoles. Em SP, a construção do Hidroanel quer retirar o grande volume de caminhões. No Recife, a ideia é integrar o rio ao sistema de transporte de passageiros.

Márcio Gomes Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e São Palo (SP)

O problema do trânsito desafia muitos pesquisadores, no Brasil e no mundo. E o Bom Dia testa uma possível solução, com o Márcio Gomes e a coluna Você não sabia, mas já existe.

A coluna nesta quinta-feira (12) tem o sonho de amenizar os transtornos provocados pelo trânsito, pelo excesso de carro, caminhão e ônibus. E a solução pode estar em locais como rios, lagoas, canais, que cruzam as grandes cidades e podem ser alternativa de transporte para levar caga e também pessoas. Fomos ao Recife e a São Paulo para ver projetos que já estão sendo tocados nesse sentido e prometem melhorar muito a qualidade de vida das pessoas que moram nas duas cidades.

A coluna ‘Você não sabia, mas já existe’ foi testar um projeto que promete melhorar a mobilidade em duas grandes capitais. Ele já foi aprovado por pesquisadores.

Moradores de grandes cidades reclamam dos problemas de trânsito em todo país. “O que deveria ser um meio para a gente chegar até o local de trabalho se torna um transtorno”, desabafa a recepcionista Luzinete Medina. Ela precisa sair de casa, na zona sul de São Paulo, antes de o sol nascer. “Você nunca sabe como está o trânsito em São Paulo”, afirma.

Luzinete chega ao ponto de ônibus acompanhada do repórter e ele já está lotado. Após enfrentar o trânsito quase parado, 40 minutos depois, ela desce do ônibus e troca de transporte pra pegar o trem, mas ao ver o vagão lotado prefere esperar outro: “Eu acho que é melhor a gente descer e esperar o próximo”, afirma.

A recepcionista deixou o primeiro trem passar, e a estratégia dela é ir no começo da plataforma para pegar os primeiros vagões onde, em tese, ela vai encontrar um trem mais vazio. Mas nem sempre dá certo, e a recepcionista enfrenta dez estações em pé.

Durante a viagem, é interessante perceber que o trem segue paralelo ao Rio Pinheiros, e você não sabia, mas já existe um projeto para tornar esse rio uma opção de transporte de carga e também de passageiros.

A equipe do Bom Dia chegou à casa de Luzinete às 6h e a acompanhou durante todo trajeto até a estação de destino. E ela só chegou à estação Cidade Jardim às 7h50. “A minha vida se torna transporte e trabalho”, diz a recepcionista.

Usar os rios pode tornar possível a mobilidade em grandes metrópoles praticamente paradas como São Paulo. O Hidroanel vai começar na Represa Billings, seguir pelos Rios Pinheiros e Tietê e por um canal artificial, ainda a ser construído, de 17 quilômetros, que vai se unir à Represa de Taiaçupeba. Serão, ao todo, 170 quilômetros de percurso, passando por 15 municípios da Grande São Paulo. Parte da região metropolitana ficará cercada pelo Hidroanel. Lixo, entulho, cargas - que hoje cruzam a cidade de caminhão - poderiam seguir em imensas balsas, como a que ajuda na dragagem do Rio Tietê.

Atualmente, essas balsas fazem apenas o trabalho de desassoreamento do Rio Tietê. Elas carregam 180 toneladas de carga, com areia, lodo e sujeira do rio, transportando de um ponto a outro. Só uma balsa equivale a tirar das ruas de São Paulo o equivalente a 10 caminhões.

Com menor circulação de caminhões, temos menos poluição. Representa uma queda de até 90% na emissão de poluentes e, pela água, o custo dos transportes cai 80%.

Se o Hidroanel de São Paulo tem como primeiro objetivo retirar o grande volume de caminhões que circulam dentro da cidade, outro projeto, em Pernambuco, tem uma preocupação diferente. No Recife, a ideia é integrar o Rio Capibaribe a todo sistema de transporte de passageiros da capital pernambucana.

Ao longo de 11 quilômetros do Capibaribe, surgirão cinco ancoradouros em pontos movimentados da cidade. Ao todo, 10 mil passageiros vão ser transportados todos os dias, e o tempo de viagem para o centro seria reduzido à metade.

Um dos problemas é a altura das pontes, mas o professor Oswaldo Lima Neto, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), afirma que não haverá trânsito por elas. “Não vai haver tráfego por aqui. Nenhum barco vai passar aqui por baixo. As linhas que estamos prevendo é daqui para lá”, diz o especialista.

Se tudo der certo, o projeto no Recife será inaugurado em 2014, honrando o apelido da cidade: a Veneza Brasileira.

Em São Paulo, junto com um transporte de mais qualidade, o projeto pode dar em lixões e aterros sanitários. Todo lixo produzido pela região metropolitana iria pelo rio para super portos, que vão separar, processar e dar um destino a esse material. “Aquilo que não puder ser aproveitado vai para uma termoelétrica compacta onde vai ser gerado vapor que vai movimentar as máquinas do Triporto e energia elétrica”, explica o professor de arquitetura e urbanismo Alexandre Delijaicov, da Universidade de São Paulo (USP).

Para que o Hidroanel entre em funcionamento, será preciso enfrentar alguns obstáculos. Um deles é a construção de eclusas. A eclusa ajuda a vencer os desníveis dos rios. A balsa entra por um lado, depois, fecham-se as comportas, e o nível d’água dentro da eclusa vai baixando, como um elevador. Em sete minutos e dois metros a menos, o barco sai pelo outro lado, já no novo nível.

Para trajetos mais curtos, o Hidroanel também vai poder ser usado por passageiros, gente que vai ter acesso a um transporte melhor no futuro. “Mesmo que eu não esteja aqui, mas para os meus filhos, minha filha, meus netos, seria uma boa”, declara a recepcionista Luzinete Medina.

O projeto em São Paulo é mais longo e está previsto para 2042, com um custo de R$ 3 bilhões. Segundo pesquisas da USP, com o Hidroanel completo, é possível tirar cerca de mil caminhões por dia das ruas de São Paulo.

Bom Dia faz teste, e barco chega primeiro que carro no Rio
O Bom Dia Brasil fez um teste. Márcio Gomes simulou a velocidade de um barco com a velocidade de um carro que circulou por uma das mais movimentadas da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Enquanto Márcio Gomes partiu da Lagoa de Marapendi, um carro seguiu pela Avenida das Américas. Os dois transportes seguiram praticamente em paralelo, por quase sete quilômetros, até o destino final: o começo da Barca da Tijuca, onde já está sendo construída e será inaugurada 2016 uma estação de metrô. O teste quis saber quem chegaria primeiro, se o barco ou o carro.

E quem chegou primeiro foi o barco de Márcio Gomes, enquanto o carro ficou preso no trânsito da Avenida das Américas. A balsa levou 14 minutos para seguir pela Lagoa de Marapendi até o começo da Barra da Tijuca, onde vai ter a estação do metrô em 2016. Já o carro levou quase meia-hora para fazer o mesmo trajeto, com velocidade máxima de 40 quilômetros por hora.

Ambientalista afirma que depoluição de sistema lagunar é possível
O Bom Dia conversou com o biólogo e ambientalista Mário Moscatelli, conhecido pela defesa das lagoas da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Bom Dia: Se nós colocarmos passageiros para navegar nos canais, é preciso que os projetos de despoluição tenham que ser acelerados?


Mário Moscatelli, ambientalista: Efetivamente, porque hoje o sistema lagunar está completamente degradado.


Bom Dia: Nós vimos isso em São Paulo, no Recife e no Rio. encontramos muito lixo e muito esgoto.

Mário Moscatelli, ambientalista: Isso é uma situação geral em todo país e principalmente nas grandes metrópoles. O que tem que ficar claro é que nós temos tecnologia, existe verba, e o que sempre faltou foi vontade política. Se essa vontade política existir, todos esses projetos decolam.

Bom Dia: Ou seja, é possível despoluir esses canais, esses rios, tão sujos e tão degradados.
Mário Moscatelli, ambientalista: Há dinheiro e há tecnologia, só falta vontade política.



Page 1. ESTUDO DE PRÉ-VIABILIDADE DO. HIDROANEL METROPOLITANO. 

Page 2. Hidrovia Tietê-Paraná. Page 3. PERFIL DO TIETÊ. Page 4. PERFIL ...


Study for Technical, Economical and Environmental Pre-viability for the 

Metropolitan Waterway of São Paulo. The State Government of São Paulo quoted 
in ...


30 mar. 2012... Bol, Bom Dia Brasil, BR Express, Brazil Modal, Canal do Transporte ... O mais 

recente deles - um hidroanel de 117 quilômetros - alia ao ...



Um dos componente se um sonho que estamos sonhando juntos:
[Trecho de Ecocidade - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade  criada em:
14h49min de 7 de outubro de 2007 ProsperoClaudio (discussão | contribs) . . (2 206 bytes) (+2 206) . . ( nova página: '''Ecocidade''' Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis. Fontes de informação e exemplos de implanta...)]  

(No arquivo anexo a versão de 09/11/2008 com todos os links retirados por política de edição da Wikipédia em Português.)  http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ecocidade&oldid=13018581


Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis

·         Aquecedores solares - aquecimento de água sustentável abolindo o chuveiro elétrico.
·         Biodigestor - saneamento, produção de energia e adubo descentralizados - solução para poluição e doenças em áreas pobres (favelas, ocupações de margens de represas).
·         Biocombustível para veículos - redução do fator que é o maior emissor de CO2, contribuindo para o aquecimento global.
·         Cobertura de prédio e telhado verde - um jardim cobrindo o cimento da cidade.
·         Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos.
·         Compostagem de materiais orgânicos, gerando adubo e reciclagem de outros materiais - resíduos torna-se insumo com valor econômico.
·         Conversão de eletricidade em hidrogênio (fora do horário de pico) e de hidrogênio em eletricidade (no horário de pico) - nas hidroelétricas e nos grandes consumidores, melhorando o retorno sobre o investimento) e diminuindo o impacto ambiental da hidroeletricidade.
·         Hidrovias (exemplo em São PauloHidrovias nos rios Tietê e Pinheiros) - lazer e transporte urbano (redução dos gargalos do trânsito).
·         "Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais.
·         Sistema integrado de transporte terrestre - Metrô / corredores de ônibus alimentadores / micro-ônibus alimentadores dos corredores / estacionamentos de automóveis integrados / ciclovias.
·         Empoderamento da sociedade civil, via exigência de alteração de códigos de construção e outras leis e no financiamento e construção voluntária destes projetos nas áreas pobres de cada bairro da cidade.
·         Cabotagem e ferrovias - transporte de mercadorias em longas distâncias através de cabotagem, para as cidades litorâneas e através de ferrovias, para as cidades distantes do litoral

-- 
Atenciosamente. 
Claudio Estevam Próspero 

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